. . . . . . . . .
Austin's POV
Estou me arrumando no banheiro da linda casa da Demi, minha amiga. Tenho que ficar bonito para festa de hoje, que é uma das mais badaladas do colégio. Todos os anos têm três festas, uma para o começo do primeiro semestre, outra para o começo do segundo semestre e a última quando termina as aulas. Pois é! O povo é festeiro. Hoje vai ser a comemoração para o começo do segundo semestre. É tão legal, porque todas as pessoas do colégio podem ir, inclusive os nerds e os retardados. Digamos que eu sou um pouco retardado, mas não sou nerd coisa nenhuma. Nerd é a minha amiga Demi, que tira várias notas boas. Mesmo eu sendo diferente dela, somos amigos inseparáveis. Tão inseparáveis, que ela deixa eu vir na casa dela todos os dias para zoar. Mas agora eu dei uma pausa na zoeira e estou penteando o bombril do meu cabelo.
Depois de um tempo penteando meu cabelo duro, saí do banheiro e fui para o quarto de hóspedes. Logo que entrei no quarto, vi um secador vermelho. Meu Deus! Por que não vi você antes, secador? O peguei e fui correndo para o banheiro de novo, mas agora com esperanças de que o meu cabelo fique admirável. Conectei o secador na tomada, tomando um xoque.
—Que droga mais drogada! - falei, mas me acalmei e liguei o secador, passando pelo meu cabelo e tentando fazer um topete enquanto me olhava no espelho. De repente, começou a esquentar o secador fazendo um calor miserável. — Tá com fogo, meu filho? - não aguentei mais aquele vento quente e puxei o fio para desligá-lo, mas ele não saía da tomada. Só me faltava essa! Puxei mais uma vez, mas ele estava preso. Tentei de novo, mas não queria sair. Estou sem paciência. Sai miséria! QUE RAIVA! — AGORA VOCÊ ME PAGA SECADOR DE CU! - gritei e comecei a bater o secador com força na parede. — TOMA ESSA, IDIOTA! - ele começou a quebrar e eu bati com mais força, apertando um dos botões sem querer. O secador começou a fazer uns barulhos estranhos. — CALA A BOCA, SEU ESTÚPIDO! - então, eu vi um fogo que estava saindo dele. — NÃO! MEU DEUS! AH! FOGO! FIREEE! - eu corri em direção a cozinha, gritando que nem um retardado. Abri a geladeira e peguei uma jarra de vidro cheia de água. Corri novamente, voltando para o fogo, que se aumentasse poderia incendiar e fazer uns estragos nos pisos e azulejos brancos do banheiro da Demi. Merda! Preciso apagar esse fogo e limpar tudo antes que ela volte. Saí dos meus pensamentos quando tropecei no meio do caminho, deixando metade da água cair no corredor. Cheguei logo perto do fogo, antes que eu tropeçasse mais uma vez. — Esse fogo vai ter que apagar! - joguei a água no fogo e pegou na tomada, que logo fez um "Trac!", parecendo um raio. Saiu uma fumacinha parecida com a que sai do cigarro do Zayn, meu amigo, que fuma todo santo dia até não aguentar mais. Coloquei as mãos na cabeça e fui até a sala pensar no que ia fazer. — Droga! Queimei a tomada. Demi vai me estrangular, ou melhor, me picar com uma faca afiada, ou melhor, enfiar mil facas afiadas em mim, e eu vou ter uma morte dolorosa.
—Por que você está falando sozinho? E quem vai ter uma morte dolorosa? - Demi falou depois de abrir a porta, me pegando de surpresa. Ai mamãe, me salva.
—Ninguém... é... e eu sempre falei sozinho, você sabia disso. Hum... senta que eu vou pegar um negócio para você. - falei desajeitadamente, andando devagar, mas ela levantou e me parou.
—O que você vai pegar? Não posso sentar, vou no meu quarto me arrumar para a festa. - ela começou a pular animadamente até o corredor e depois ficou fazendo dancinhas. — Vamos lá, Austin! - fez um último passo de dança e escorregou na água que tinha derramado antes.
—DEMI! Você está bem? - perguntei correndo até ela e tomando cuidado para não cair também.
—Austin Carter Mahone, por que o corredor está molhado? - cerrou seus dentes retos e se levantou do chão.
—Hum, é... promete que não vai me matar? - olhei para ela com cara de cachorrinho fofinho.
—Prometo. Fale logo o que você fez.
—Bem, eu estava penteando meu cabelo e então achei um secador, mas depois ele não queria sair da tomada, então eu quebrei o desgraçado que começou a pegar fogo, foi aí que eu tive que pegar água, mas quando estava no corredor eu deixei cair sem querer, porque tropecei. - falei rapidamente. — Mas eu enxugo tudo.
—O quê? O secador pegou fogo? - ela perguntou assustada.
—É... sim. Mas eu apaguei. E... tem mais uma coisinha...
—O que mais você fez, Austin?
—Quando eu joguei a água no fogo, caiu na tomada... sem querer... - falei baixo.
—VOCÊ QUEIMOU A TOMADA? - ela gritou.
—Foi sem querer. Me desculpa, por favor? - comecei a fingir que estava chorando.
—Você quebrou o meu secador e fez com que ele pegasse fogo, encharcou o corredor de água me fazendo cair e queimou a tomada da minha casa. Como eu vou te desculpar, Austin?
—Eu prometo que ajeito tudo. Por favor...
—Eu... quero um secador igualzinho. Se você quebrar essa promessa, vai ter que lavar minhas roupas e me ajudar em química por um mês.
—O.k., eu prometo. - falei. Eu estou ferrado, na verdade sempre fui.
Demi's POV
Estava tão animada para a festa, até eu entrar na minha casa e receber uma grande notícia vinda do meu amigo. O Austin me paga. Ele quebrou meu secador que custou uma fortuna. Não que eu seja patricinha para ficar reclamando disso, mas aquilo custou um dinheirão de doer os olhos. Além disso, a tomada do banheiro também foi queimada pelo meu amiguinho querido, mas ele vai ter que pagar um eletricista para vir aqui, ou se ele quiser quebrar a promessa, vai ter que lavar roupinha suja e me ensinar a droga da matéria de química.
A maioria das coisas que eu tenho quem compra é meu pai. Se ele ficar sabendo da miséria que o Austin fez, é morte na certa. Digamos que meu pai tem uma leve raiva do Austin. Um dia, na festa de ação de graças, o garoto retardado não tinha o que vestir, então pegou emprestada a camiseta do meu pai, com a permissão dele, é claro. Mas quando estávamos na mesa, comendo como uma família feliz, Austin bateu sem querer o braço na taça de vinho, que derramou todo em meu pai, que logo ficou enraivado. E para melhorar a situação, Austin tirou a camiseta que estava usando e começou a limpá-lo. Foi aí que ele se lembrou que a camiseta era do meu pai.
Grande história que eu vou me lembrar para sempre.
...
Coloquei o rímel em meus cílios olhando a bela obra que fazia em meu rosto, no espelho do banheiro. Ouvi um ser, mais conhecido como Austin, gritando atrás da porta, no meu quarto.
—VAMOS, RAPARIGA! - ele falou e eu abri a porta do banheiro.
—Rapariga é uma ova! Você quebrou meu secador. - eu disse, me lembrando do acontecimento de cedo.
—Ainda essa conversa? Você disse tudo o que queria, e eu vou fazer, mas não incluía "não te chamar de rapariga". - ele falou, fazendo uma vozinha no final, parecendo um gay.
—Aff... quer saber? Você está certo. Estou eufórica com essa besteira. Tenho que aproveitar a festa de hoje, porque só tem três festas no ano e eu tenho que aproveitar em todas.
—É isso aí, turtle. - ele falou e me abraçou, mas se afastou falando um "ai", por causa do meu vestido preto cheio de spikes afiados na parte do ombro. Eu ri.
—Vamos? - perguntei e ele assentiu.
Saímos de casa com pressa, entrando na Land Rover vermelha do Austin. Chegamos na festa e já tinha uma grande quantidade de pessoas. A casa era grande. Havia uma escada para a varanda acima do solo, que ficava mais ou menos a meio metro daquele chão gramado. Também haviam muitos enfeites e luzes. Tantas luzes que eu quase fiquei cega. Entrei com o Austin e parecia que dentro era o triplo de pessoas que estavam fora. Haviam vários grupinhos formados nos cantos da sala. Olhei em volta e percebi que um grupo de patricinhas estavam me olhando com cara de nojo, talvez porque eu estava com Austin, e ele, mesmo sendo um retardado, é adorado pelas meninas do colégio por ser bonito. Ignorei as vacas e comecei a andar procurando pelas minhas amigas, deixando Austin para trás, que queria pegar comida. Inesperadamente, a multidão começa a me empurrar. Eles estavam indo para fora. Para que merda esse povo está indo para o quintal?
—Por que estão indo para fora? - perguntei a uma menina que tinha óculos redondos, maiores que o próprio rosto.
—Eles vão ver o Grier descendo de skate do telhado. - ela falou, andando. Que ser é Grier? E por que pacas ele vai descer de skate do telhado?
Quando a multidão chegou no quintal, eu agradeci pelo espaço que tinham aberto. Sentei em um sofá acolchoado perto da cerquinha branca da varanda. Ufa! Agora estou confortável, mas quem vai descer do telhado mesmo? Grir? Guair? Gay?
_LÁ VOU EU! - uma voz rouca soou de longe. Quando olhei para cima, um garoto pulou do telhado, segurando seu skate no ar, mas colocando-o rapidamente nos pés, caindo no chão. Intacto.
—UAU! - todos falaram em coro, eu estava inclusa nele. Estava de boca aberta. Espera! O louco que pulou está vindo em direção a mim, e em alta velocidade no seu skate. PARA, DISGRAÇA!
—SAI DA FRENTE, GURL! - o garoto do skate gritou me olhando. Tarde demais, eu era muito lerda para levantar daquele sofá e sair da frente a tempo. Ele caiu em cima da minha pessoa. Fiquei afundada no sofá por conta do peso dele. Só sei que ficou muito escroto aquela posição.
—Desculpa... - ele falou, sem sair de cima de mim. - ...mas eu mandei você sair da minha frente.
—Desculpa também... pela minha lerdeza. - falei o olhando e fazendo um som de dor para ele sair de cima do meu corpo.
—Ops... - ele pigarreou. Quando ele estava se levantando, percebemos que o sofá começou a cair devagar para trás.
—Ai meu Deus! - ele falou e o sofá caiu não dando tempo a ele para sair de cima de mim. Só se via o sofá quebrando a cerca branca, por conta do nosso peso, fazendo nós cairmos no gramado, a meio metro da varanda. Para que merda eu me sentei logo ali?
—Minhas costas! - falei, quase não saindo a voz de tanta dor que sentia. Eu ainda estava no sofá, que se encontrava na grama, e o menino ainda estava em cima de mim. Todos da festa estava nos olhando, alguns cochichando e outros gritando coisas como "Essa foi a melhor do ano!", "UI, ELE QUER ELA", etc.
—Me desculpa, era para eu ter saído de cima de você a tempo. - ele parecia estar mais lerdo que eu.
—Dá para sair? - o garoto lerdo entendeu e saiu de cima do meu pobre e imperfeito corpo. Ele pegou minha mão, me levantando. Depois nós pegamos o sofá esfarrapado no chão e colocamos no seu devido lugar. O povo que antes estava aglomerado nos vendo, agora já estava espalhado na festa.
—Desculpa de novo. - ele disse, observando o grande estrago na cerca quebrada. - Ainda está doendo, garota que não conheço?
—Demetria, mas me chame de Demi. E ainda está doendo.
—Quer que eu chame alguém para te levar em casa ou aguenta dançar a madrugada inteira? - ele perguntou.
—Eu aguento dançar a madrugada inteira, Grir-Guair-Guei...
—É Grier! Nash Grier. - ele falou sorrindo. Vi o Austin acompanhado das minhas amigas vindo em direção a mim. Agora que vai rolar interrogatório.
—Demi, o que aconteceu? - eles falaram em coro, observando eu e o Nash Grier despenteados.
—Nem me pergunte.
Grande história que eu vou me lembrar para sempre.
...
Coloquei o rímel em meus cílios olhando a bela obra que fazia em meu rosto, no espelho do banheiro. Ouvi um ser, mais conhecido como Austin, gritando atrás da porta, no meu quarto.
—VAMOS, RAPARIGA! - ele falou e eu abri a porta do banheiro.
—Rapariga é uma ova! Você quebrou meu secador. - eu disse, me lembrando do acontecimento de cedo.
—Ainda essa conversa? Você disse tudo o que queria, e eu vou fazer, mas não incluía "não te chamar de rapariga". - ele falou, fazendo uma vozinha no final, parecendo um gay.
—Aff... quer saber? Você está certo. Estou eufórica com essa besteira. Tenho que aproveitar a festa de hoje, porque só tem três festas no ano e eu tenho que aproveitar em todas.
—É isso aí, turtle. - ele falou e me abraçou, mas se afastou falando um "ai", por causa do meu vestido preto cheio de spikes afiados na parte do ombro. Eu ri.
—Vamos? - perguntei e ele assentiu.
Saímos de casa com pressa, entrando na Land Rover vermelha do Austin. Chegamos na festa e já tinha uma grande quantidade de pessoas. A casa era grande. Havia uma escada para a varanda acima do solo, que ficava mais ou menos a meio metro daquele chão gramado. Também haviam muitos enfeites e luzes. Tantas luzes que eu quase fiquei cega. Entrei com o Austin e parecia que dentro era o triplo de pessoas que estavam fora. Haviam vários grupinhos formados nos cantos da sala. Olhei em volta e percebi que um grupo de patricinhas estavam me olhando com cara de nojo, talvez porque eu estava com Austin, e ele, mesmo sendo um retardado, é adorado pelas meninas do colégio por ser bonito. Ignorei as vacas e comecei a andar procurando pelas minhas amigas, deixando Austin para trás, que queria pegar comida. Inesperadamente, a multidão começa a me empurrar. Eles estavam indo para fora. Para que merda esse povo está indo para o quintal?
—Por que estão indo para fora? - perguntei a uma menina que tinha óculos redondos, maiores que o próprio rosto.
—Eles vão ver o Grier descendo de skate do telhado. - ela falou, andando. Que ser é Grier? E por que pacas ele vai descer de skate do telhado?
Quando a multidão chegou no quintal, eu agradeci pelo espaço que tinham aberto. Sentei em um sofá acolchoado perto da cerquinha branca da varanda. Ufa! Agora estou confortável, mas quem vai descer do telhado mesmo? Grir? Guair? Gay?
_LÁ VOU EU! - uma voz rouca soou de longe. Quando olhei para cima, um garoto pulou do telhado, segurando seu skate no ar, mas colocando-o rapidamente nos pés, caindo no chão. Intacto.
—UAU! - todos falaram em coro, eu estava inclusa nele. Estava de boca aberta. Espera! O louco que pulou está vindo em direção a mim, e em alta velocidade no seu skate. PARA, DISGRAÇA!
—SAI DA FRENTE, GURL! - o garoto do skate gritou me olhando. Tarde demais, eu era muito lerda para levantar daquele sofá e sair da frente a tempo. Ele caiu em cima da minha pessoa. Fiquei afundada no sofá por conta do peso dele. Só sei que ficou muito escroto aquela posição.
—Desculpa... - ele falou, sem sair de cima de mim. - ...mas eu mandei você sair da minha frente.
—Desculpa também... pela minha lerdeza. - falei o olhando e fazendo um som de dor para ele sair de cima do meu corpo.
—Ops... - ele pigarreou. Quando ele estava se levantando, percebemos que o sofá começou a cair devagar para trás.
—Ai meu Deus! - ele falou e o sofá caiu não dando tempo a ele para sair de cima de mim. Só se via o sofá quebrando a cerca branca, por conta do nosso peso, fazendo nós cairmos no gramado, a meio metro da varanda. Para que merda eu me sentei logo ali?
—Minhas costas! - falei, quase não saindo a voz de tanta dor que sentia. Eu ainda estava no sofá, que se encontrava na grama, e o menino ainda estava em cima de mim. Todos da festa estava nos olhando, alguns cochichando e outros gritando coisas como "Essa foi a melhor do ano!", "UI, ELE QUER ELA", etc.
—Me desculpa, era para eu ter saído de cima de você a tempo. - ele parecia estar mais lerdo que eu.
—Dá para sair? - o garoto lerdo entendeu e saiu de cima do meu pobre e imperfeito corpo. Ele pegou minha mão, me levantando. Depois nós pegamos o sofá esfarrapado no chão e colocamos no seu devido lugar. O povo que antes estava aglomerado nos vendo, agora já estava espalhado na festa.
—Desculpa de novo. - ele disse, observando o grande estrago na cerca quebrada. - Ainda está doendo, garota que não conheço?
—Demetria, mas me chame de Demi. E ainda está doendo.
—Quer que eu chame alguém para te levar em casa ou aguenta dançar a madrugada inteira? - ele perguntou.
—Eu aguento dançar a madrugada inteira, Grir-Guair-Guei...
—É Grier! Nash Grier. - ele falou sorrindo. Vi o Austin acompanhado das minhas amigas vindo em direção a mim. Agora que vai rolar interrogatório.
—Demi, o que aconteceu? - eles falaram em coro, observando eu e o Nash Grier despenteados.
—Nem me pergunte.
. . . . . . . . . . Continua...
Leu? Que bom!
Então, esse foi o primeiro capítulo da minha fic. Ficou muito pequeno, mas no próximo farei maior e melhor. Fora isso, gostaram? Tomara que sim. O Austin é muito lerdo, não é?! Mudando de assunto, o que será que vai acontecer no chapter 2?
Só posso te dar uma dica: vai ser a grande festa. Então, pode esperar, que o próximo vai ser de arrasar.
Só posso te dar uma dica: vai ser a grande festa. Então, pode esperar, que o próximo vai ser de arrasar.
Tchauzinho!

OTIMAA FIC, MELHOR FIC QUE EU LI NA MINHA VIDA, MARAVILHOSA, PERFEITA EM TODOS OS DETALHES. ATE QUE ME IDENTIFIQUEI COM UM DOS PERSONAGENS. P E R F E I T A
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