terça-feira, 28 de outubro de 2014

Zuera na casa do Matt (Parte 3)

Eai? Sentiu falta? Pois é. Eu fiquei sem postar semana passada porque estava estudando para as benditas provas, mas agora eu vou postar normalmente. Bom, só era isso, agora leia com vontade. E só uma coisa. Esse é a terceira parte da festa, mas não vai acontecer na festa, então haverá uma quarta parte da festa. O.k.? Agora sim, pode ler!


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Demi POV


Eu estava pensando sobre esse grande dia que minha cabeça virou de cabeça para baixo, mas de uma forma tão legal que eu nunca vou querer virar para cima. O que eu quero dizer é que tenho mudado de um tempo para cá. Antigamente, minha vida era só competência, formalidade, dedicação ás coisas importantes para meu futuro e várias outras coisas que uma menina educada faz. Hoje, eu estou muito festeira, largada, louca e várias outras coisas que uma menina desleixada faz. Eu até penso ás vezes se algum dia vou encontrar um príncipe encantado que vem para me salvar de coisas inúteis e desnecessárias como a química, mas sei que isso é uma pura ilusão. Já o Austin acha que eu continuo nerd, mas a opinião dele não é pura mentira. Enfim, minha vida era boa, mas eu era presa. Agora, eu já estou indo para casas de pessoas desconhecidas.

Minha mente está uma bagunça. Parte de meus pensamentos diz que ir para casa de uma pessoa que eu mal conheço é errado, a outra parte diz que eu só estou fazendo amigos novos e vivendo a vida como uma jovem qualquer. Na verdade, eu sei que conhecer uma pessoa numa festa não é a mesma coisa que conhecer uma pessoa há anos, mas essa não é uma festa qualquer, é a festa do colégio, ou seja, as pessoas que eu conheci hoje vivem o mesmo mundo que eu. De qualquer forma, eu só estou ajudando esses bêbados idiotas que viraram meus amigos de uma hora para outra.

                                                                                ...

Era quase uma hora da manhã e fazia mais ou menos dez minutos que tínhamos saído da festa, mas parecia que estávamos um ano naquele carro. Eu estava no mundo de Plutão quando alguém perguntou algo quebrando o tedioso silêncio.

—Tem alguém na casa do Matthew? - era o Shawn falando.
—Tem... O MATTHEW!  - Taylor gritou rindo que nem um embriagado, porque ele estava.
—Nossa! Sério, Tay? - Shawn disse sarcástico. - Os 'PAIS' do Matt estão em casa? - ele perguntou dando ênfase dessa vez.
—Não, Shawn. Eles viajaram faz mais de um mês. - Nash respondeu prestando atenção na estrada.
—Nash, está chegando? - perguntei suspirando em seguida de tanto tédio.
—Eles já estão tão íntimos... e olha que se conheceram hoje. - Cameron falou se referindo a mim e a Nash, e eu achei desnecessário.
—Cala a boca, Sr de toalha. E sim, Demi, é logo aqui. - Nash respondeu entrando numa rua cheia de casas e estacionando na frente de uma árvore. Ficamos todos em silêncio esperando alguém dar iniciativa e sair do carro.
—Ás vezes eu penso se vocês são algum tipo de quadrilha que faz amigos e os levam para ruas como essa, depois esfaqueiam até todos os coitados amiguinhos morrerem. - falei do nada com minha voz dramática.
—Primeiro, se fossemos uma quadrilha, nós íamos escolher um lugar sem vizinhança por perto, e segundo, somos muitos burros, a polícia ia nos pegar só de tocarmos na faca. - Nash falou num tom de "A gente é burro hahaha!" e eu ri. Nem sabia que existia esse tom, mas agora sei, e ele só é usado para pessoas como essas que eu conheci.
—Espera, eu não sou burro, seu... seu... burro! - Cameron falou fazendo bico.
—A gente vai dormir no carro? Se for, me avisem que eu prefiro voltar para a festa. - Shawn disse irônico.
—FESTA? ONDE ESTÁ A FESTA? CADÊ? - Cameron gritou olhando para os lados. Ele abriu a porta do carro e saiu correndo pela rua deserta. O que era mais engraçado é que ele estava de toalha.
—AI-MEU-DEUS! PEGUEM ELE ANTES QUE A VIZINHANÇA ACORDE! - Nash gritou desesperado e todos nós saímos do carro indo atrás do Cameron. Com o grito que Nash deu é bem provável que quem acordou a vizinhança foi ele. Agora imagine se as pessoas acordam com o nosso barulho, elas vão se deparar com quatro idiotas correndo no meio da rua, sendo que três estão vestidos e um está apenas de toalha. Mas espera, são cinco com o Taylor, nós deixamos ele no carro. Que mico que vamos pagar se alguém ver isso. Logo no primeiro dia que eu conheço essas pestes já pago um mico desses?
—Gente, o Taylor... deixamos ele no carro. - falei e eles pararam de correr, menos o louco de toalha, que tropeçou no meio da pista fazendo a toalha cair de sua cintura. — EU NÃO VI ISSO, MEU DEUS! - eu gritei tapando meus olhos e virando de costas rapidamente.
—Cam, você é maluco! Se alguém ver isso vão denunciar para a polícia falando que você está praticando crime ao pudor. - Shawn disse de longe. Talvez eles já pegaram o maluco e colocado a toalha de volta, mas eu não ia me atrever a tirar a mão do olho.
—Oi Demi, como vai você? Por que está com os olhos nas mãos? - ouvi uma voz na minha frente com um bafo de álcool. Era o Taylor. — Espera, suas mãos estão nos seus olhos, não seus olhos nas mãos. - ele disse rindo em seguida.
—Taylor, cadê os... - estava falando quando fui interrompida.
—Pegamos o Cameron, Demi. Pode olhar agora. - Nash disse e eu suspirei aliviada tirando as mãos da frente de meus olhos. — Agora temos que deixar esses mocinhos na casa do Matt antes que aconteça mais uma tragédia. - ele falou e fomos para a casa do Matt, mas agora segurando os bêbados.

Ao chegarmos na frente de uma casa da cor de pêssego com as portas e janelas brancas, o Nash pegou uma pedra e tacou na única janela que estava aberta. A pedra atravessou e deu para ouvir o barulho dela se rompendo no chão.

—Não é mais fácil tocar a campainha? - perguntei.
—O Matt nunca atende a porta quando tocam. - Nash disse e eu fiz um "Ah...". Matt apareceu na janela com cara de sono.
—O que estão fazendo aqui, bando de debiloides? - Matt falou muito alto coçando seus olhos. —Menos você, porque eu respeito as mulheres. - ele falou apontando para mim.
—Matt, você é a nossa salvação. Abre essa porta e nos deixe entrar. Vamos deixar esses dois bêbados aqui, pois sua casa é a única perto da festa.- Shawn disse.
—E o que eu ganho com isso, mocinhos? - Matt perguntou fazendo uma cara de garoto esperto demais. Todos olharam em volta.
—Eu não tenho dinheiro. - Nash falou.
—Nem eu. - Shawn falou. —Com certeza o Cam e o Tay não trouxeram nenhum dinheiro. - ele completou e todos olharam para mim.
—Ei, eu também não tenho dinheiro. - eu disse e todos olharam para Matt.
—Quero uma recompensa, e não vale fazer meus deveres porque já tenho empregados para fazê-los. - ele disse encostando na janela branca.
—Pode ser um ingresso para o circo? Eu tenho um. - Nash disse e Matt balançou a cabeça negando. Todos ficaram calados olhando em volta. De repente, Cam disse.
—Demi pode dar um beijo no Matt. - o quê? Eu arregalei os olhos.
—Eu não vou dar beijo em ninguém. - eu disse e todos me olharam.
—Se vocês não têm nada para me dar então vão ficar na rua. - Matt disse saindo da janela.
—NÃO MATT, VOLTA AQUI! - Shawn perguntou. —E agora o que fazemos? Demi, quebra esse galho, vai? - ele completou e Matt voltou para janela.
—Gente, deixa a Demi, ela não quer. - Nash falou estressado para os meninos, que olharam para ele de boca aberta.
—HUMMMMMMM... - todos os meninos fizeram em coro.
—Ele fica todo estressado quando falam da Demi. - Taylor falou alto.
—Eu acho que deveríamos pensar em algo para dar ao Matt. - Nash disse corado.
—Mudando de assunto, não é? - Cam disse e Nash o deixou no vácuo.

Estávamos pensando no que dar ao Matt para ele nos deixar entrar, mas o problema é que não tínhamos nada. De repente, surge uma luz da janela de outra casa. Agora que vamos nos meter em problema. Todos nós fomos para atrás de um arbusto e o Matt se abaixou para não o verem. Uma menina que parecia ter dez anos colocou a cabeça para fora e olhou para os lados. O que era mais assustador é que seu cabelo escuro com franja estava todo despenteado, parecendo a menina do exorcista. Ela fechou novamente a janela e saiu. Saímos daquele esconderijo extremamente apertado.

—Ufa! Ninguém merece essa menina. - Matt disse de lá de cima.
—Posso saber o que vocês têm contra ela? - eu perguntei franzindo o cenho.
—Ela é a menina mais chata do mundo. O nome dessa criatura é Larissa Manuela, ela estuda no nosso colégio não sei para quê. Todos os dias ela enche o saco do Matt, porque é apaixonadinha por ele. - Shawn disse e eu tive uma ideia.
—Nunca vi ela no colégio. - falei ainda pensando. —Eu tenho uma ideia. - falei já sabendo com que iríamos recompensar o Matt.
—O quê? - todos falaram juntos.
—Por que não recompensamos o Matt livrando ele dessa menina? - perguntei.
—Da Larissa Manuela? Nunca vamos. - Nash disse roendo as unhas.
—Nós damos um jeito. Qual é, vamos ou não vamos? - mesmo eu não conhecendo a pobre menina já queria ferrar com a raça dela.
—O.k. - eles disseram em coro.

Depois desse grande tédio pensando no que recompensar o Matt, decidimos que a tal da Larissa Manuela ia morrer. Mentira, nós só vamos dar um jeito para ela parar de encher o Matt. Bom, por incrível que pareça ele nos deixou entrar em sua casa, e está ai a prova que ele não gosta mesmo dessa menina. Ou ela é uma serial killer, ou perto de papai ela é santinha e quando chega perto do Matt ela perde a linha.

Estávamos na cozinha do Matt. Ele é uma pessoa muito comilona, ou seja, irmão do Austin. Falando em Austin, eu deixei o miserável lá na festa. Só peço a Deus que ninguém morra.

—Querem pizza? - Matt perguntou abrindo a geladeira.
—QUERO! - todo mundo gritou esfomeado. Matt pegou uma vasilha e colocou no micro-ondas.
—QUE FOME, VAMOS LOGO MICRO QUE EU QUERO COMER. - Taylor gritou. Ele e o Cam já estavam um pouco lúcidos, mas ainda estavam falando besteiras que só os bêbados entendem.
—Pi, pi, piiii... - Cam imitou o barulho o micro-ondas. Matt pegou a vasilha e colocou na mesa. De repente, subiu um cheiro horrível.
—Que merda é essa? - Nash peguntou colocando a mão no nariz. Shawn pegou uma fatia de pizza e cheirou. Bem, digamos que a reação dele não foi muito boa.
—OH QUE CHEIRO HORRÍVEL! - Shawn jogou a pizza para cima e ela acabou caindo na cara do Nash.
—SHAWN, SEU... AAH! - ele se levantou e foi para o banheiro, todos estavam olhando.
—Desculpa Nash! - Shawn gritou vendo que não ia adiantar muito. —Gente, vocês não acham que o Nash está muito bravinho hoje? - ele perguntou sussurrando.
—Deve ser a puberdade, relaxa. - Taylor disse.
—Pois é, bate aqui, Tay! - Cam falou alto e fez um toque com o Taylor, depois eles começaram a bater as mãos uns nos outros.
—Então... o que será que Nash tem? - eu perguntei.
—Não sei, ele nunca ficou assim. - Matt falou com o queixo na encostado na mesa.
—MAATT ESPINOSA, TEM ALGUMA COISA PARA COMER? EU ESTOU MORRENDO! MINHAS TRIPAS PRECISAM SE ALIMENTAR! - Taylor gritou. Todo mundo que eu conheci hoje grita, como é que pode?
—Suas tripas? - Matt falou rindo.
—Gente, é melhor alguém falar com o Nash. - Shawn sussurrou preocupado.
—Você vai. - Matt gritou e tapou a boca logo em seguida.
—Nem pensando. Ele vai me bater e me matar. - ele disse quase chorando. Taylor o colocou deitado no seu ombro e começou a alisá-lo.
—Chora, filho, chora. - Tay disse ainda alisando-o.
—Eu que não vou, e os bêbados não podem ir porque estão... AVÁ! - Matt falou e todos me olharam.
—Eu não vou. Vocês são amigos dele a muito tempo e eu o conheci hoje, vocês deveriam ir, não eu. - disse me defendendo.
—Por isso mesmo, Demi. Se nós formos ele vai nos bater, mas se você ir ele não vai fazer nada, até porque você é mulher e conheceu ele hoje. - Matt completou e todos me olharam como se fossem os gatos do Shrek.
—O.k., eu vou, mas é só porque eu não quero que vocês morram. - eles falaram um "Own" e eu fui falar com o Nash que ainda estava no banheiro.

Estava indo ao banheiro como se fosse cinco quilômetros de distância, mas só eram dez metros da sala. Observei o corredor que havia uma estante branca cheia de livros e CDs. No final do corredor estava escuro e parecia que a qualquer momento ia aparecer um bicho louco dali. Olhei para a porta que Nash havia entrado anteriormente. Ela estava encostada, ou seja, ele estava ouvindo tudinho. Abri devagarinho e lá estava ele, todo lambuzado de molho de pizza podre. Deve ser uma merda levar uma pizzada na cara, não é?

—Eai? Conseguiu se limpar? - perguntei encostada na porta. Ele me olhou pelo espelho com uma cara de deboche.
—Os meninos mandaram você vir aqui, não foi? - sabia que ele estava escutando.
—Bem, pelo menos você não vai matar ninguém.  - falei e ele riu.
—O que eles querem? - ele perguntou se limpando.
—Eles disseram que você não é assim. - falei e ele franziu o cenho.
—Assim como? - ele se virou.
—Bom, eles querem saber por que você está tão estranho e com raiva. - falei logo.
—Eu não estou estranho, estou normal. - ele disse revirando os olhos azuis.
—Não é o que eles pensam. Eles disseram que você nunca foi assim de se irritar fácil.
—Ai que besteira. Eu me irritei porque o idiota do Shawn jogou uma pizza podre em mim. Você também ficaria irritada. - ele respondeu. É eu ficaria sim.
—É verdade. Se é por causa disso acho que eles estão enganados, ou eu não sei, não conheço muito vocês. - falei e comecei a rir porque o molho da pizza estava caindo para o olho dele.
—Do que está rindo? - ele perguntou. O molho já tinha caído no olho dele. —Ai, por que meu olho está ardendo? - eu comecei a rir sem parar.
—Tem molho - estava tão engraçada a cara dele que eu não conseguia parar de rir. Agora por que uma pessoa ri de outra que está sofrendo de ardência com molho de pizza podre no olho?
—VOCÊS ESTÃO BEM? - Matt perguntou da sala. Me recuperei dos risos e afirmei.
—Só você está, porque eu estou morrendo. - ele disse se lavando.
—Deixa eu ver se já saiu. - falei rindo. Ele levantou e eu peguei uma toalha. Comecei a passar no olho que ele mal conseguia abrir.
—Abre o olho. - falei, mas ele não conseguia. Comecei a assoprar e ele abriu um pouco, então ele começou a me olhar. Nessa hora, digamos que ficou um pouco constrangedor.



Austin POV


Desde que Demi tinha saído com os bêbados e não bêbados isso aqui ficou uma bagunça. Me refiro a festa, que não tinha muita gente. A maioria das pessoas já tinham ido embora e eu fiquei lá dando uma de babá de um bando de bêbados que tinha conhecido hoje mesmo.

Eu e o Aaron estávamos de boa quando de repente começou a sair gente. O problema foi quando a maioria das pessoas se foram. As que ficaram começaram a bagunça sem fim, e elas eram as que nós estávamos "cuidando". Eu e o Aaron não sabia que fazer, pois não damos conta de várias pestes ao mesmo tempo. E se o Carter ver que aqui está uma zona vamos morrer. Bom, até agora essas pestes não pararam de bagunçar. Tomara que o Carter não veja essa desgraça e que a Demi chegue logo para eu me livrar disso aqui. Meu Deus, por que eu tenho sempre que me ferrar?



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Eai? O que acham que rolou nessa zuera?
Desculpem pelos dias sem postar. Espero que tenham gostado.







sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Festa de bêbados e babás (parte 2)

Hello guys. Aqui é a segunda parte da festa. Tenha uma boa leitura!

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Cameron POV

Estava tão feliz de ter conseguido pegar uma garota na festa, mas nada é tão fácil assim. Quando o clima começou a esquentar tinha que dar algo errado. Tudo por causa desses idiotas que vivem me seguindo. Mas tinha que ter atrapalhado meu momento de pegação? Fazer o quê? É a vida! 

Depois de ter entrado no quarto que eu pensava estar vazio, tive que dizer adeus para primeira e única garota que tinha pegado. Parece coisa do destino, mas não é. A pessoa vai numa festa e entra num quarto, ela espera que tenha tudo no quarto, até um guarda-roupas que te leva para Nárnia, mas ai o que ela encontra é na verdade dois retardados e uma desconhecida pedindo carona.

—Está bem! Eu dou carona. - falei para Matthew e Nash e depois olhei para a desconhecida. —Me respondam primeiro quem é ela.
—Eu sou Demi. - ela falou e eu me aproximei para cumprimentá-la.
—Sou o Cameron, ou Cam se preferir. 
—Acho melhor você sair de perto dela, porque parece que alguém aqui está com ciúmes. - Matt apontou para o Nash que no mesmo instante pegou um travesseiro e bateu na cara do amigo.
—A gente mal se conhece. - Nash falou corado. Que fofo.
—Gente, vamos mudar de assunto? - a garota disse e andou até a porta. - E vamos sair daqui, porque não quero ficar com três idiotas no mesmo quarto. - ela completou.
—Relaxa, somos idiotas, não estupradores. - eu falei rindo.
—Mas você estava quase estuprando a garota que te tirou da seca, ou seja, você é quase um. - Matthew falou.
—Matt, vai se catar. - disse para ele.

                                                                         ... 


Depois de conversar muito, eu levei Matt para sua casa. Eu, Nash e Demi fomos de volta para festa. Eu conheci as amigas da Demi, que são bem loucas, e o Austin, que tem sorte de viver entre meninas. Todos nós fomos até o bar e começamos a conversar coisas aleatórias. Impressionante como nós conhecemos pessoas que nunca vimos no colégio, mas eles sempre estão ali perto. A vida é uma caixinha de surpresas. Que merda.

—Você não vai beber? - eu perguntei para o Nash que só tinha bebido coquetel sem álcool.
—Não estou afim. - ele disse e o vi olhando para Demi, que estava mexendo no celular, mas não falei nada.
—Gente, vamos dançar? - Katy perguntou rindo, já com sinais de embriaguez. Ela estava fazendo tranças no cabelo do Austin, que tinha dormido em cima do balcão do bar.
—Eu quero dançar, e vocês meninos? - Ariana perguntou.
—Vem, Katy e Ari, eles não sabem dançar.- Miley falou ao lado. Ela era a mais louca que tinha conhecido, e quando vi que ela estava de olho no meu amigo Justin, ai que tive a certeza. Se bem que formam um belo casal. Alguma hora eu chamo o Bieber para conhece-la.
—Eu sei dançar, quer ver? - falei rindo e elas assentiram. Eu levantei na cadeira que estava sentado e dei um  pulo para o balcão. Eu comecei a dançar sensualmente, fingindo que estava tirando a roupa.
—STRIP TEASE! - ouvimos uns caras gritando de longe, fazendo todos se assustarem e o Austin acordar. Devem ser tudo gay para me querer nu. Eles se aproximaram e pude perceber que os "caras" tinham nomes: Taylor, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Shawn e Aaron.
—Sério que eles vieram? - Nash perguntou rindo.
—Eles quem? - Demi perguntou, desviando sua atenção do celular, mas foi deixada no vácuo.
—Sentiram nossa falta? - Taylor perguntou para mim e Nash. 
—Não. - eu falei seco, ainda dançando em cima do balcão. Eles olharam em volta e viram que estávamos com amigos novos.
—Vocês estão nos traindo? - Jack G perguntou.
—Não. - falei seco de novo.
—Demi, Austin, Miley, Ariana e Katy, esses são Taylor, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Shawn e Aaron. - Nash disse, apontando para cada um.
—Não. - falei de pirraça e todos me olharam.
—Vamos ver se eu gravei bem. Essa é a Demi. - falou apontado para ela. —O de trança é o Austin. - falou apontando para ele, que estava cheio de trancinhas no cabelo. —Essa é a Mi... ley, não é? - perguntou e ela assentiu. —E essa é a... - ele franziu o cenho tentando se lembrar qual era o nome, que no caso era a Ariana.
—Eu sou a Ariana. - ela falou.
—Eu ia lembrar, por que você falou? - ele perguntou.
—Não queria ficar mofando aqui. - ela falou num tom debochado e ele riu.
—Vamos dançar gente? Lá na pista tem várias gatinhas me chamando. - Jack J falou.
—Desde quando gatinhas te chamam, Jack? - Aaron perguntou.
—Elas te chamam e depois te deixam na friendzone, porque você é um bom amigo fofinho. - Shawn disse e Jack J fez uma carinha triste e fofa. Todos falaram "Own!" e depois saímos juntos para a pista de dança.



Demi POV

Comecei a pensar e olha o que quedas podem fazer na sua vida, a) Conhecer um louco que pula do telhado de skate, b) Descobrir que o louco é lerdo que nem você, fazendo assim uma amizade nova, c) Descobrir ainda que os amigos do louco são loucos também, porque quem é louco tem amigos loucos, d) isso tudo que você leu e mais um pouco que eu não lembro agora. A vida é assim. Tinha conversado com todos os meninos que conheci e todos eles são bem legais e zueros. Estamos nos dando muito bem e torço para que continue assim quando começar as aulas do segundo semestre.

Enquanto uns dançavam, outros bebiam. Quase todos estavam bêbados, menos eu, Austin, Nash, Shawn e Aaron. De repente, a Katy cai no chão. Eu e Nash fomos ver se ela estava bem, e estava tão bem que beijava o chão. A levantamos e levamos para um sofá, onde o Austin estava dormindo.

—Acorda Austin! - falei no seu ouvido, o que fez com que ele se assustasse e desse um pulo. —Fique de olho na Katy.
—O.k., fazer o quê?! - ele disse suspirando. Eu sai e fui para a pista novamente. Pelo que parece, a Ari e o Jack G estão num love só. Os dois bêbados dançando loucamente e pulando feito um casal de idiotas. E não é só esse casal se formando. Cameron tinha chamado o Justin, que é amigo dele, para conhecer a Miley, agora eles estão só nos amassos. Bem que a Miley só ficava encarando o muleque, agora tem o que queria. Peguei meu celular e sentei no balcão do bar.
—Eai? Curtindo muito a festa? - Nash apareceu sentando ao meu lado.
—Você acha o que quando uma pessoa vai à festa e fica no celular? Exatamente, ela não está curtindo merda nenhuma. - falei.
—Bem que eu desconfiava. - ele disse e eu ri. Lembrei da nossa queda do nada e comecei a rir mais.
—O que foi? - ele perguntou, provavelmente achando que eu fiquei com down. Parei de rir e o olhei.
—Obrigada, Nash. - falei e e ele ficou tipo "Wtf?". —Obrigada por ter me derrubado. Sem a nossa queda eu não iria conhecer vocês.
—Own, que fofa essa declaração. - ele disse, ficamos em silêncio, apenas ouvindo a música eletrônica que tocava. Só que alguém gritou um "ECA!" e fomos ver o que tinha acontecido. Quando entramos naquele tanto de pessoas, que parecia a população inteira de Tóquio,  vimos o Cameron vomitando. Que cena traumatizante. Eca! Ele parou de colocar o resíduo para fora e foi cambaleando para perto do dj, que nem percebeu o garoto ao seu lado. Ele pegou um microfone e começou a falar.

—GENTE! Dj, por favor abaixa a música. - ele disse e todos vaiaram para o Cam.
—Quem vaiar vai... receber vômito na face. Bem, eu queria dizer que amo muito vocês e que tem vômito no meio da pista. Por favor, não pisem, ou vocês... serão contaminados. Obrigado, só era isso mesmo. - ele disse com a voz falhada de tão bêbado. Depois disso, ele deu o microfone para o dj e saiu, caindo em uma garota, que logo o empurrou, fazendo ele cair no vômito. Eca!

—Nash, me ajuda! - eu disse indo em direção ao Cam, pegando o braço dele com cuidado para não encostar no vômito nojento. Nash veio e o pegou também. Nós o levamos para o banheiro e o colocamos ele na banheira, ligamos o chuveiro e ele começou a reclamar.

—Ah, não quero tomar banho. - Cam disse fazendo bico. Eu fui pedir ajuda para o Shawn e o Aaron, logo eles vieram.
—Que nojo, Cam. - Aaron falou.
—Eu não sou nojento, sou gostoso. - Cam disse e tirou a camisa. Senhor, que corpo perfeito.
—Eu vou arranjar uma roupa. - eu disse, mas onde eu encontro roupa em uma festa? —Espera, onde tem roupa? - perguntei.
—Ou a gente acha uma, ou a gente vai ter que vestir ele com a mesma roupa suja de vômito. Eu prefiro procurar,  com certeza. - Nash falou. —Eu ajudo você.  - ele completou e veio comigo ajudar a procurar roupas. Fomos no andar de cima e torcemos para não entrar num quarto ocupado por pessoas em momento de trepação. Como Nash conhece Carter, ele sabia onde era os cômodos da casa, facilitando o trabalho. Fomos no quarto dos pais do Carter, mas estava trancado, provavelmente para ninguém entrar e fazer coisas inapropriadas lá dentro. O único lugar que não estava trancado era o banheiro, mas lá não tinha roupa, só uma toalha branca.

—Ah, fudeu. Só tem a toalha, vamos usar ela. - Nash disse e pegou-a. Fomos novamente para o banheiro do andar de baixo, entregando-a para Shawn enrolar no Cameron. Enquanto isso, eu estava do lado de fora, pois não queria ver merdas.
—Como assim? Ele vai ficar nu? - ouvi Shawn perguntando para Nash.
—É o jeito. - ele respondeu.
—Gente, acabaram? - perguntei quase gritando e eles responderam que não. —Tenho uma ideia! - falei.
—QUAL? - todos os meninos que estavam no banheiro gritaram.
—Por que não levam ele para casa do Matthew? - perguntei.
—É verdade. - eles saíram do banheiro com o Cameron sendo carregado pelo Aaron. Fomos avisar para o Austin, e quando chegamos na sala, o povo que estava dançando agora estava no sofá.
—Austin, os meninos vão levar o Cam para casa do Matthew.
—Quem é Matthew? - ele perguntou, pois não tinha o conhecido ainda.
—Depois eu te apresento. - Nash falou.
—Vamos para casinha? - Cam falou.
—Eu também quero ir. - Taylor falou embaralhado, pois também estava bêbado. Ele estava sentado no chão e bebendo um coquetel, só que em vez de colocar o canudo na boca, ele estava colocando no nariz.
—Eu também quero ir. - Jack J falou.
—Agora quem vai ajudar a levar mais dois bêbados? - Shawn perguntou.
—Eu vou ficar aqui, estou cansado, já bastou carregar o Cam de toalha. - Aaron falou.
—Demi, você pode ir? - Nash perguntou para mim e eu fiquei sem responde-lo.
—Hum... ele quer somente a Demi. - Austin falou.
—Austin, te conheço a pouco tempo, mas posso muito bem te estrangular. - Nash falou.
—O.k., gente. Parou? - eu falei. —Vamos logo! Austin, fique de olho nesses bêbados, ou eu te mato. - completei. Levamos o Jack J, o Cam e o Taylor para o carro. Com certa dificuldade para enfiar os três no banco de trás. Shawn também teve que ir atrás e eu fui na frente com o Nash. O caminho todo tivemos que aguentar os bêbados cantando, com as vozes horríveis e desafinadas. Deus quis que a gente cuidasse desses idiotas, nós estamos cuidando. Fazer o quê? Só sei que essa vida de babá é uma desgraça!




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E ai, galerinha?
O que acharam do oovo bêbado? E as babás?
Segunda tem mais um capitulo, que é a terceira parte da festa. Até mais! 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Festa de tretas (parte 1)

Mais um capítulo saindo fresquinho do forno. Leia com apetite!

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Nash Grier POV


Tudo o que eu queria agora era curtir a festa, mas acho que não vai ser possível. Acho não, tenho certeza. Por que eu fui cair em cima de uma garota? Mas ela que foi lerda de não sair da minha frente. Só que ela sofreu, porque eu que cai em cima dela, então, eu posso dizer que tenho uma heroína. Meu Deus, vou chorar. Eu tenho uma heroína, o nome dela é Demetria. Que merda que eu estou pensando. Eu vou ter que pagar pela cerca, mas se eu fugir do dono da festa eu não pago. O problema é que eu conheço o dono e sou amigo dele. Que azar, não é? O nome dele é Carter Reynolds.

—Nash? - Demetria falou abanando a mão na minha frente.
—Ha! Estava pensando. - olhei para a minha frente e ainda estavam lá as amigas da Demetria me olhando e um garoto que também deveria conhecer ela. - Hum... eu posso ficar com vocês? - perguntei para eles que me olharam na mesma hora. Tomara que eles deixem, tenho que fugir do Carter.
—Claro. - falou uma das meninas de cabelo castanho e roupa azul de bolinhas. Ela me olhava como o gato do Shrek.
—Ha! Nash, eu nem apresentei meus amigos para você. - Demetria disse e eu prestei atenção para me livrar dos pensamentos ruins que me vinham na cabeça. Eu só imaginava a cena de Carter dizendo para eu pagar cada centavo da cerca. - Essa aqui é a Ariana. - ela apontou para a garota com roupa de bolinhas, a que tinha me respondido anteriormente. - Essa é a Katy. - apontou para a outra garota concentrada no seu celular. O cabelo esverdeado dela estava na frente do rosto, mas ainda podia ver seus olhos azuis, iguais aos meus, só que meio acinzentados. - E essa é a Miley. - a última menina estava virada olhando para um garoto que eu desconfiava ser o Justin, meu amigo que é desejado por todas. Ela tinha o cabelo curto e vestia um top e um pedaço de pano para tapar as partes intimas de baixo. Bom, eu estou exagerando, mas o estilo dela é bem soltinho. Com certeza o Justin vai querer pegar ela. Estilos iguais, os dois loucos, e pelo que parece, ela tem uma mania igual ao Justin: colocar a língua para fora, sensualizando, só que não. - Ha! Faltou o Austin. - Demetria falou procurando o amigo. Nisso, a Katy e a Miley saíram de vista e o Austin apareceu logo depois com vários salgadinhos na mão. - Aqui ele!
—Oi de novo Hogwarts. - ele falou para mim de boca cheia. 
—Meu nome não é Hogwarts. 
—Austin, não é Hogwarts, é Grier. - a Ariana falou.
—Ela já sabia meu nome ou você falou, Demetria? 
—Primeiramente, eu te disse para me chamar de Demi, e eu não falei para ela seu nome. 
—Eu sei o seu nome porque as meninas do meu dormitório só falam de você. Elas são completamente apaixonadas por você e por seus lindos olhos azuis e bla, bla, bla. - ela falou. EU SOU AMADO E NÃO SABIA DISSO!
—Uau... uau... - disse sem comentários.
—Vocês tem certeza que não querem dançar e curtir a festa em vez de ficar de conversinha? - Demi falou e eu arregalei os olhos. A menina que sofreu duas quedas com 76 quilos em cima do seu corpo ainda quer dançar. Isso que é uma moça forte. 
—Eu acho que vou pegar uns docinhos ali. - Austin disse saindo rapidamente e Ariana foi junto falando coisas como "Eu sou a rainha dos cupcakes, não se atreva a pegar nos meus queridinhos".
—Ele é sempre assim? - perguntei para Demi.
—Comilão? Sempre foi e sempre vai ser. - ela respondeu. - Então, você quer mesmo ficar comigo? 
—O quê? - perguntei. Ficar com ela? 
—Meu Deus! Não ficar do jeito que você está pensando, seu idiota. Eu quis dizer se você quer mesmo ficar conversando com uma pessoa tão nerd como eu. - ela falou.
—Ah ta. Você não parece ser nerd, e eu tenho que ficar de qualquer jeito ou então... - disse, mas fui interrompido.
—Então você está ai não é, Nash Grier? - a voz soou atrás de mim. Me virei e olha só quanto azar. Era o Carter me olhando feio. Estou frito!
—Oi Carter! Como vai, amigo? - não sou bom de inventar diálogos para me livrar de problemas. Ele pegou a gola da minha camisa e levantou com seus olhos puxados olhando fixamente para mim. Mesmo eu sendo mais alto que ele, era de dar medo. Um garotinho como esse pode fazer o que você nunca imaginou. De repente, o Matthew surge das tretas.
—OI PESSOAS! O QUE ESTÁ ACONTECENDO NESSA FESTA TÃO ESPECIAL DEDICADA AO MATTHEW ESPINOSA? - ele falou, ou melhor, gritou como sempre. - Você não acha o Espinosa lindo e gostoso? - ele sussurrou no ouvido da Demi mesmo não conhecendo-a.
—É melhor calar a boca Matthew. - Carter disse ainda olhando para mim e puxando a coitada da gola da minha camisa.
—Eita! O que temos aqui? É um casal se formando? Meu Deus, que orgulho de vocês. Vai ser o casal Narter ou Cash. Own, eles vão se beijar. Beija, beija, beija, beija! - Matthew disse e o Carter me soltou, indo para cima dele. Agora que é briga na certa! Carter empurrou-o, fazendo ele cair no meio da pista de dança. Todos que estavam ali pararam de dançar, abrindo uma roda. Ele aproximou-se novamente de Matthew e deu um murro bem forte em sua boca. Algumas pessoas foram ver se ele estava bem e o Carter veio em nossa direção de novo.    
—Você vai pagar a cerca da varanda. - ele disse e eu e a Demi estávamos ainda com a boca aberta, totalmente paralisados. O Carter às vezes perde a cabeça por besteiras, mas ninguém pode mudá-lo.
—Cara, foi um acidente. - eu disse assustado, pois poderia acontecer comigo o que ele fez com o pobre Espinosa. Vai saber! A raiva do Carter vem como uma bola demolidora.
—Sabe o que meu pai vai fazer com você se ficar sabendo que o responsável por isso disse que não vai pagar? - ele perguntou, mas Demi entrou na minha frente.
—Espera, não foi só ele que quebrou a cerca, eu também quebrei. - ela falou, o que me surpreendeu. 
—Você quebrou junto com ele? - o Carter perguntou.
—Aham! E o Nash falou a verdade. Foi um acidente sim. Quer saber? Eu pago a metade e o Nash paga a outra, assim é justo. - ela falou e o rosto de Carter ficou com uma expressão melhor. Ufa! 
—Ok. Mas se vocês quebrarem essa promessa, vai ter que pagar um preço mais alto. - depois disso, o garoto enraivado saiu dali e eu e a Demi fomos ver se o Matthew estava bem. Claro que ele não estava. Logo que entramos no meio do povo, vimos o coitado esticado no chão, recebendo cuidados de uma garota. A boca dele estava sangrando muito. Eu fui até lá e o peguei, colocando seu braço envolta do meu pescoço. Demi veio correndo até nós dois e pegou o outro braço dele, fazendo o mesmo. Fomos até o banheiro, mas tinha muita gente lá. Agora me responda: para que pacas o povo se aglomera dentro do banheiro? Também não sei.


                                                                                   ...


Depois de cuidar do Matt querido, fazer curativos e amá-lo, só que não, eu e Demi o deixamos deitado numa cama, num dos quartos da casa, e é claro, torcendo para que Carter não abrisse aquela bendita porta.
—Não acha melhor nós irmos embora? O coitado pode sofrer mais se o maluco do seu amigo aparecer de novo. - Demi disse, olhando pela milésima vez se alguém estava vindo.
—Mas temos que arranjar uma carona, porque eu não vou levar essa mala andando. - disse, me referindo ao Matt, que já estava conversando normalmente.
—Não me chame de mala, sei que você me ama. - ele falou.
—Matt, eu estou com raiva de você,  mas não vou te dar um murro porque não sou o Carter.
—Hum... é... vocês dois se conhecem a quanto tempo? - Matt perguntou.
—Eu e a Demi? Nos conhecemos há uma hora mais ou menos. - falei e a Demi desviou sua atenção da porta, e agora estava em mim.
—Hum... pintou um clima no ar. - o retardado disse e Demi fez uma careta para ele, eu ri. Do nada, ouvimos o barulho na porta do quarto, ela foi aberta. Olhamos assustados para o casal que entrou inesperadamente, eles estavam se beijando loucamente, mas espera... esse é o CAMERON?
—Cameron? - eu e o Matt falamos juntos. O idiota continuou beijando a garota e a prensou na parede do quarto. Eu, Demi e Matt olhavamos a cena paralisados e horrorizados. Cameron parou de beijar a garota e ela saiu do quarto o olhando como uma leoa, o garoto deu uma piscada e sussurrou "Te vejo qualquer dia desses, gata".
—O que foi isso, Cam? Acabou de sair da seca? - Matt perguntou e Cameron o olhou com cara de deboche, mas logo depois a expressão facial dele se transformou em dúvida.
—O que aconteceu com você,  Matt? E... quem é ela? - ele perguntou apontando para Demi.
—Só te conto se você nos dar uma carona. - falei e o encarei esperando a resposta.




.              .                   .                       .                       .                          .                       .

Eai, zueros?
Esse foi mais um capítulo. O que acharam da treta? Achou legal? Pois se prepare que a festa só está começando.
Decidi separar a festa em 3 capítulos, esse foi o primeiro. Então, amanhã tem mais festa para você. Byebye, fofos.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dias de postagem - Fanfiction "Zuera Forever"

Olá gatos e gatas!
Zueros, eu fiz uma votação na minha sala e ficou definido os dias de postagem da minha fic Zuera Forever. Todas as segundas, quintas e sextas eu vou postar um capítulo novo da fic.

Fique ligado que hoje eu vou postar o segundo capítulo!


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Ter cabelo duro dá nisso vs. pessoas que amam cair em festas

Olá! Esse é o primeiro capítulo da minha fanfiction "Zuera Forever". Leia e aprecie!

.              .              .                 .               .                .                 .                    .                    .



Austin's POV

Estou me arrumando no banheiro da linda casa da Demi, minha amiga. Tenho que ficar bonito para festa de hoje, que é uma das mais badaladas do colégio. Todos os anos têm três festas, uma para o começo do primeiro semestre, outra para o começo do segundo semestre e a última quando termina as aulas. Pois é! O povo é festeiro. Hoje vai ser a comemoração para o começo do segundo semestre. É tão legal, porque todas as pessoas do colégio podem ir, inclusive os nerds e os retardados. Digamos que eu sou um pouco retardado, mas não sou nerd coisa nenhuma. Nerd é a minha amiga Demi, que tira várias notas boas. Mesmo eu sendo diferente dela, somos amigos inseparáveis. Tão inseparáveis, que ela deixa eu vir na casa dela todos os dias para zoar. Mas agora eu dei uma pausa na zoeira e estou penteando o bombril do meu cabelo.  

Depois de um tempo penteando meu cabelo duro, saí do banheiro e fui para o quarto de hóspedes. Logo que entrei no quarto, vi um secador vermelho. Meu Deus! Por que não vi você antes, secador? O peguei e fui correndo para o banheiro de novo, mas agora com esperanças de que o meu cabelo fique admirável. Conectei o secador na tomada, tomando um xoque.

—Que droga mais drogada! - falei, mas me acalmei e liguei o secador, passando pelo meu cabelo e tentando fazer um topete enquanto me olhava no espelho. De repente, começou a esquentar o secador fazendo um calor miserável. — Tá com fogo, meu filho? - não aguentei mais aquele vento quente e puxei o fio para desligá-lo, mas ele não saía da tomada. Só me faltava essa! Puxei mais uma vez, mas ele estava preso. Tentei de novo, mas não queria sair. Estou sem paciência. Sai miséria! QUE RAIVA! — AGORA VOCÊ ME PAGA SECADOR DE CU! - gritei e comecei a bater o secador com força na parede. — TOMA ESSA, IDIOTA! - ele começou a quebrar e eu bati com mais força, apertando um dos botões sem querer. O secador começou a fazer uns barulhos estranhos. — CALA A BOCA, SEU ESTÚPIDO! - então, eu vi um fogo que estava saindo dele. — NÃO! MEU DEUS! AH! FOGO! FIREEE! - eu corri em direção a cozinha, gritando que nem um retardado. Abri a geladeira e peguei uma jarra de vidro cheia de água. Corri novamente, voltando para o fogo, que se aumentasse poderia incendiar e fazer uns estragos nos pisos e azulejos brancos do banheiro da Demi. Merda! Preciso apagar esse fogo e limpar tudo antes que ela volte. Saí dos meus pensamentos quando tropecei no meio do caminho, deixando metade da água cair no corredor. Cheguei logo perto do fogo, antes que eu tropeçasse mais uma vez. — Esse fogo vai ter que apagar! - joguei a água no fogo e pegou na tomada, que logo fez um "Trac!",  parecendo um raio. Saiu uma fumacinha parecida com a que sai do cigarro do Zayn, meu amigo, que fuma todo santo dia até não aguentar mais. Coloquei as mãos na cabeça e fui até a sala pensar no que ia fazer. — Droga! Queimei a tomada. Demi vai me estrangular, ou melhor, me picar com uma faca afiada, ou melhor, enfiar mil facas afiadas em mim, e eu vou ter uma morte dolorosa.
—Por que você está falando sozinho? E quem vai ter uma morte dolorosa? - Demi falou depois de abrir a porta, me pegando de surpresa. Ai mamãe, me salva.
—Ninguém... é... e eu sempre falei sozinho, você sabia disso. Hum... senta que eu vou pegar um negócio para você. - falei desajeitadamente, andando devagar, mas ela levantou e me parou.
—O que você vai pegar? Não posso sentar, vou no meu quarto me arrumar para a festa. - ela começou a pular animadamente até o corredor e depois ficou fazendo dancinhas. — Vamos lá, Austin! - fez um último passo de dança e escorregou na água que tinha derramado antes.
—DEMI! Você está bem? - perguntei correndo até ela e tomando cuidado para não cair também.
—Austin Carter Mahone, por que o corredor está molhado? - cerrou seus dentes retos e se levantou do chão.
—Hum, é... promete que não vai me matar? - olhei para ela com cara de cachorrinho fofinho.
—Prometo. Fale logo o que você fez.
—Bem, eu estava penteando meu cabelo e então achei um secador, mas depois ele não queria sair da tomada, então eu quebrei o desgraçado que começou a pegar fogo, foi aí que eu tive que pegar água, mas quando estava no corredor eu deixei cair sem querer, porque tropecei. - falei rapidamente. — Mas eu enxugo tudo.
—O quê? O secador pegou fogo? - ela perguntou assustada.
—É... sim. Mas eu apaguei. E... tem mais uma coisinha...
—O que mais você fez, Austin?
—Quando eu joguei a água no fogo, caiu na tomada... sem querer... - falei baixo.
—VOCÊ QUEIMOU A TOMADA? - ela gritou.
—Foi sem querer. Me desculpa, por favor? - comecei a fingir que estava chorando.
—Você quebrou o meu secador e fez com que ele pegasse fogo, encharcou o corredor de água me fazendo cair e queimou a tomada da minha casa. Como eu vou te desculpar, Austin?
—Eu prometo que ajeito tudo. Por favor...
—Eu... quero um secador igualzinho. Se você quebrar essa promessa, vai ter que lavar minhas roupas e me ajudar em química por um mês.
—O.k., eu prometo. - falei. Eu estou ferrado, na verdade sempre fui.



Demi's POV

Estava tão animada para a festa, até eu entrar na minha casa e receber uma grande notícia vinda do meu amigo. O Austin me paga. Ele quebrou meu secador que custou uma fortuna. Não que eu seja patricinha para ficar reclamando disso, mas aquilo custou um dinheirão de doer os olhos. Além disso, a tomada do banheiro também foi queimada pelo meu amiguinho querido, mas ele vai ter que pagar um eletricista para vir aqui, ou se ele quiser quebrar a promessa, vai ter que lavar roupinha suja e me ensinar a droga da matéria de química.

A maioria das coisas que eu tenho quem compra é meu pai. Se ele ficar sabendo da miséria que o Austin fez, é morte na certa. Digamos que meu pai tem uma leve raiva do Austin. Um dia, na festa de ação de graças, o garoto retardado não tinha o que vestir, então pegou emprestada a camiseta do meu pai, com a permissão dele, é claro. Mas quando estávamos na mesa, comendo como uma família feliz, Austin bateu sem querer o braço na taça de vinho, que derramou todo em meu pai, que logo ficou enraivado. E para melhorar a situação, Austin tirou a camiseta que estava usando e começou a limpá-lo. Foi aí que ele se lembrou que a camiseta era do meu pai.

Grande história que eu vou me lembrar para sempre.

                                                                            ...

Coloquei o rímel em meus cílios olhando a bela obra que fazia em meu rosto, no espelho do banheiro. Ouvi um ser, mais conhecido como Austin, gritando atrás da porta, no meu quarto.

—VAMOS, RAPARIGA! - ele falou e eu abri a porta do banheiro.
—Rapariga é uma ova! Você quebrou meu secador. - eu disse, me lembrando do acontecimento de cedo.
—Ainda essa conversa? Você disse tudo o que queria, e eu vou fazer, mas não incluía "não te chamar de rapariga". - ele falou, fazendo uma vozinha no final, parecendo um gay.
—Aff... quer saber? Você está certo. Estou eufórica com essa besteira. Tenho que aproveitar a festa de hoje, porque só tem três festas no ano e eu tenho que aproveitar em todas.
—É isso aí, turtle. - ele falou e me abraçou, mas se afastou falando um "ai", por causa do meu vestido preto cheio de spikes afiados na parte do ombro. Eu ri.
—Vamos? - perguntei e ele assentiu.

Saímos de casa com pressa, entrando na Land Rover vermelha do Austin. Chegamos na festa e já tinha uma grande quantidade de pessoas. A casa era grande. Havia uma escada para a varanda acima do solo, que ficava mais ou menos a meio metro daquele chão gramado. Também haviam muitos enfeites e luzes. Tantas luzes que eu quase fiquei cega. Entrei com o Austin e parecia que dentro era o triplo de pessoas que estavam fora. Haviam vários grupinhos formados nos cantos da sala. Olhei em volta e percebi que um grupo de patricinhas estavam me olhando com cara de nojo, talvez porque eu estava com Austin, e ele, mesmo sendo um retardado, é adorado pelas meninas do colégio por ser bonito. Ignorei as vacas e comecei a andar procurando pelas minhas amigas, deixando Austin para trás, que queria pegar comida. Inesperadamente, a multidão começa a me empurrar. Eles estavam indo para fora. Para que merda esse povo está indo para o quintal?

—Por que estão indo para fora? - perguntei a uma menina que tinha óculos redondos, maiores que o próprio rosto.
—Eles vão ver o Grier descendo de skate do telhado. - ela falou, andando. Que ser é Grier? E por que pacas ele vai descer de skate do telhado?

Quando a multidão chegou no quintal, eu agradeci pelo espaço que tinham aberto. Sentei em um sofá acolchoado perto da cerquinha branca da varanda. Ufa! Agora estou confortável, mas quem vai descer do telhado mesmo? Grir? Guair? Gay?

_LÁ VOU EU! - uma voz rouca soou de longe. Quando olhei para cima, um garoto pulou do telhado, segurando seu skate no ar, mas colocando-o rapidamente nos pés, caindo no chão. Intacto.
—UAU! - todos falaram em coro, eu estava inclusa nele. Estava de boca aberta. Espera! O louco que pulou está vindo em direção a mim, e em alta velocidade no seu skate. PARA, DISGRAÇA!
—SAI DA FRENTE, GURL! - o garoto do skate gritou me olhando. Tarde demais, eu era muito lerda para levantar daquele sofá e sair da frente a tempo. Ele caiu em cima da minha pessoa. Fiquei afundada no sofá por conta do peso dele. Só sei que ficou muito escroto aquela posição.
—Desculpa... - ele falou, sem sair de cima de mim. - ...mas eu mandei você sair da minha frente.
—Desculpa também... pela minha lerdeza. - falei o olhando e fazendo um som de dor para ele sair de cima do meu corpo.
—Ops... - ele pigarreou. Quando ele estava se levantando, percebemos que o sofá começou a cair devagar para trás.
—Ai meu Deus! - ele falou e o sofá caiu não dando tempo a ele para sair de cima de mim. Só se via o sofá quebrando a cerca branca, por conta do nosso peso, fazendo nós cairmos no gramado, a meio metro da varanda. Para que merda eu me sentei logo ali?
—Minhas costas! - falei, quase não saindo a voz de tanta dor que sentia. Eu ainda estava no sofá, que se encontrava na grama, e o menino ainda estava em cima de mim. Todos da festa estava nos olhando, alguns cochichando e outros gritando coisas como "Essa foi a melhor do ano!", "UI, ELE QUER ELA", etc.
—Me desculpa, era para eu ter saído de cima de você a tempo. - ele parecia estar mais lerdo que eu.
—Dá para sair? - o garoto lerdo entendeu e saiu de cima do meu pobre e imperfeito corpo. Ele pegou minha mão, me levantando. Depois nós pegamos o sofá esfarrapado no chão e colocamos no seu devido lugar. O povo que antes estava aglomerado nos vendo, agora já estava espalhado na festa.
—Desculpa de novo. - ele disse, observando o grande estrago na cerca quebrada. - Ainda está doendo, garota que não conheço?
—Demetria, mas me chame de Demi. E ainda está doendo.
—Quer que eu chame alguém para te levar em casa ou aguenta dançar a madrugada inteira? - ele perguntou.
—Eu aguento dançar a madrugada inteira, Grir-Guair-Guei...
—É Grier! Nash Grier. - ele falou sorrindo. Vi o Austin acompanhado das minhas amigas vindo em direção a mim. Agora que vai rolar interrogatório.
—Demi, o que aconteceu? - eles falaram em coro, observando eu e o Nash Grier despenteados.
—Nem me pergunte.




.         .           .                .                 .                     .            .            .               .                        .                   Continua...  



Leu? Que bom!
Então, esse foi o primeiro capítulo da minha fic. Ficou muito pequeno, mas no próximo farei maior e melhor. Fora isso, gostaram? Tomara que sim. O Austin é muito lerdo, não é?! Mudando de assunto, o que será que vai acontecer no chapter 2?
Só posso te dar uma dica: vai ser a grande festa. Então, pode esperar, que o próximo vai ser de arrasar. 
Tchauzinho!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A zuera em fic

Vou publicar uma fanfiction!
Nome da Fic: Zuera Forever
Personagens: 5 seconds of summer, Ariana Grande, Miley Cyrus, Justin Bieber, One Direction, Magcon, Demi Lovato, Katy Perry, Taylor Swift, Austin Mahone, The Wanted, Claudia Leite, Ivete Sangalo, Caio Castro, Whindersson Nunes, John Mayer, McGui e Emblem3.
Personagens²: The Vamps, Carrie A Estranha (a loka), Müller, Nick Minaj, Anitta, Michael Jackson, Valesca Popozuda, Leocrete do Brasil e Larissa Manuela.
Obs.: Para +18 (heuehueheueheuuehue)


Sinopse:

Era uma vez um grupo de amigos. O lema deles era ousadia e alegria, fumar maconha, usar crack todo dia. Mas a maioria deles viviam brigando. Qual o motivo? Essa mesma maioria achava que os "sem muita zuera" eram apenas "coleguinhas". Começando uma briga quase sem fim.





terça-feira, 22 de julho de 2014

Gincana Zuera 4ever

Minha equipe da gincana precisa de ajuda, e se alguém que entrar nesse blog e de repente ver esse poste, por favor, por favor, por favor, siga esse instagram: @equipebang
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sábado, 19 de julho de 2014

sábado, 12 de julho de 2014